RH, apoie os líderes a encontrarem seu propósito.


A liderança da empresa precisa ser fortalecida, incentivada e reconhecida pois dela depende o sucesso da empresa!

O RH pode e deve apoiar os líderes em seus desafios.

É comum os gestores das empresas sentirem desamparados pelos profissionais de RH que ficam mais preocupados com regras e políticas.

As políticas são necessárias para definirem um padrão de atitude, mas é no dia a dia que o líder mais precisa de direção e, muitas vezes, até dicas da melhor forma de orientar o colaborador que demanda sua atenção.

Um dos desafios do líder é lidar com as diferentes personalidades dos membros da equipe. O sonho de muito líder é que todos fossem como o “João” ou como a “Maria”, que são exemplos de atitudes, comprometimento, buscam resultados, estão sempre à frente, trazendo mais solução do que problemas.

A grande questão é que ao avaliarmos os profissionais não estamos livres do que costumo chamar de jogo da empatia.

Prova disso é que muitas vezes, ocorre na empresa de um profissional ser mal avaliado por um determinado gestor e ao mudar de chefia, essa pessoa se transforma em alguém que a empresa não quer perder.

E isso acontece porque de alguma forma, entre um gestor e outro ocorreu maior “empatia”. O profissional é observado de outra maneira, percebe-se potencial onde o anterior não enxergava.

E é nessas situações que RH pode ajudar o gestor. Entender o perfil ideal para trabalhar com ele, ajudá-lo a entender os pontos positivos de cada personalidade e aqueles que merecem atenção. E ensiná-lo a lidar com sua equipe.

As pessoas de uma equipe não precisam ter personalidades semelhantes, elas precisam ter um propósito comum!

O líder deve motivá-las a entender o propósito da área e a alcançar esse propósito. Cada um na sua personalidade própria trará o resultado a sua maneira, da sua forma de enxergar o mundo e isso, pode ser muito rico e de grande aprendizado para todos.

Observei essa questão em uma empresa que atuei como consultora.

Criou-se um grupo para criar, organizar e realizar a festa do dia das crianças, para os filhos dos colaboradores.

O grupo definiu formato, local e levantou todos os orçamentos e estavam muito animados com as ideias. O orçamento foi aprovado pela diretoria, porém quando o grupo foi fazer a checagem final do número de crianças, perceberam um erro. Uma área inteira foi deixada para fora na contagem apresentada ao diretor, logo, o orçamento não seria suficiente. No momento que a direção estabeleceu que não iria dispor de mais dinheiro para o evento, o grupo precisou “se virar” para realizar a festa. Estabeleceu-se aí um propósito comum: “realizar a festa de qualquer maneira”.

O grupo redefiniu parceiros, pensou em novas alternativas na área de alimentação e brinquedos, as ações foram compartilhadas e a cada reunião mais ideias eram trazidas. Não preciso nem dizer como o resultado da festa foi um sucesso, ninguém ficou de fora e tudo dentro do primeiro orçamento previsto.

E tudo porque o grupo tinha um propósito comum. Tinha claro o que deveria ser alcançado e quais os recursos que dispunham. E nesse momento não estava importando quem era mais falante, mais tímido, menos ágil.

Todos fizeram o que tinha que ser feito pois sabiam o que precisava ser feito. Se sentiram “no mesmo barco”.

Então, líder, se sua equipe mostrar sinais de desmotivação ou queda na produtividade, dê-lhe um propósito comum e verá uma nova chama se acender! Acredite!

Então, RH, apoie os líderes a encontrarem o propósito, ajude-os a divulgar isso entre os integrantes da equipe, apresente ferramentas de avaliação de perfil para os líderes entenderem melhor cada personalidade. Aí é “arregaçar as mangas” e celebrar resultados!

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